Contos enrolados

Contos, continuamente constantes.
Nada consistente, mente, cansante.
Nos segue, agente.
Nada apenas silêncio, prosa poesia purpura.
Agora não é azul,
E sim vermelho.
E ao começo constantemente retorna
Cada cabo,
Pedaço
E desgaste ,
Em vão,
Talvez, mas, não.
Tudo que ainda
Pensante persisto estar
Considero criar fim
Com o sonho de torna-los infinitos
Os parágrafos agora, aqui,escritos.
Já tomaram nossos lábios.
lilith varney


